Uma lembrança é uma lembrança
O mote para uma esperança
Um objectivo que quem espera alcança
Um ideal que já foi, que ficou e não cansa
Pretexto para formar aliança
Com alguém, onde no fiel da balança
Com grande confiança
Permita a grande dança
O passado não é para ser acabado
O passado é para ser lembrado
Não para chorar sobre o leite derramado
Mas para sorrir ao que se lhe pode ser comparado
Num futuro melhorado
Recebendo-o e estando preparado
Para novamente ser amado
Um erguer de barreiras
Altas, delgadas e maleáveis como plantas trepadeiras
Mas fortes como, de carvalho, madeiras
Fortalecidas com rocha das pedreiras
Cobertas com poeiras
Adaptando-se a novas estribeiras
Colocando entraves a novas ribeiras
Por detrás as macieiras, do fruto proibido sementeiras
À espera que emoções libertes, assim o queiras
E jorrando paixão abertas tenhas as torneiras
Por fim, o cofre trancado no alçapão
Poucos ou quase nenhuns o seu conteúdo saberão
Ao engano muitos, como tu, irão
Porque pensam que sabem, como eu, e poderão não
A teoria é minha e não é da conspiração
Saberei reconhecer se errado estou sem consternação
Mesmo podendo provocar-te alguma tensão
Saberei reverter e oferecer-te compreensão
A eventualidade de nos radiografarem poderá ser muita emoção
A ideia de que possa ser possível é passível de apreensão
Um misto de nervosismo, surpresa, avessidade, excitação e exultação
A dúvida que nos assalta e nos expropria a concentração
É companheira da desorientação
Irreverência que poderá levar à iniciação
Daquela que será um dia a inovação
O embrião da rainha da emoção
O amor que vem de uma grande paixão
O mote para uma esperança
Um objectivo que quem espera alcança
Um ideal que já foi, que ficou e não cansa
Pretexto para formar aliança
Com alguém, onde no fiel da balança
Com grande confiança
Permita a grande dança
O passado não é para ser acabado
O passado é para ser lembrado
Não para chorar sobre o leite derramado
Mas para sorrir ao que se lhe pode ser comparado
Num futuro melhorado
Recebendo-o e estando preparado
Para novamente ser amado
Um erguer de barreiras
Altas, delgadas e maleáveis como plantas trepadeiras
Mas fortes como, de carvalho, madeiras
Fortalecidas com rocha das pedreiras
Cobertas com poeiras
Adaptando-se a novas estribeiras
Colocando entraves a novas ribeiras
Por detrás as macieiras, do fruto proibido sementeiras
À espera que emoções libertes, assim o queiras
E jorrando paixão abertas tenhas as torneiras
Por fim, o cofre trancado no alçapão
Poucos ou quase nenhuns o seu conteúdo saberão
Ao engano muitos, como tu, irão
Porque pensam que sabem, como eu, e poderão não
A teoria é minha e não é da conspiração
Saberei reconhecer se errado estou sem consternação
Mesmo podendo provocar-te alguma tensão
Saberei reverter e oferecer-te compreensão
A eventualidade de nos radiografarem poderá ser muita emoção
A ideia de que possa ser possível é passível de apreensão
Um misto de nervosismo, surpresa, avessidade, excitação e exultação
A dúvida que nos assalta e nos expropria a concentração
É companheira da desorientação
Irreverência que poderá levar à iniciação
Daquela que será um dia a inovação
O embrião da rainha da emoção
O amor que vem de uma grande paixão
PS: Poema original



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