Roubos consecutivosSeguros efémeros
Gato escaldado
De água fria tem medo
Património delapidado
Activo anulado
Passivo acumulado
Ao deitar a paz
Ao levantar a guerra
Novo seguro insegurança
Apenas renovada esperança
Quebrada a lança
Resta a balança
Um pouco acima da pança
Jaz a porta, quem a alcança?
A chave do cadeado
Numa alma trancada
Sem porta de entrada
Arrombar a janela
E a chave roubar dela
Janelas fechadas
Quem as consegue abrir?
Para ladrão deverei partir?
Ladrão que rouba ladrão...
PS: Poema original


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